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DUCKTALES (2017) - ANALISANDO A PRIMEIRA TEMPORADA

 

    Como um grande fã de carteirinha do Pato mais rico do mundo, tenho que dizer que fiquei em uma expectativa gigante quando anunciaram que Ducktales receberia um remake na Disney XD, afinal se tem uma coisa que nunca imaginei seria que um dia dariam uma nova roupagem para um desenho que foi exibido há vinte e sete anos atrás.
    Eu juro que tentei não apelar para  pirataria, já que como eu não sou do tipo que curte tv à cabo (sim, sou do grupo que prefere gastar com os serviços de Streaming do que com serviços de de TV à cabo), já estava cansado de ver um episódio por semana nos domingos desde que desenho estreou no SBT, e, como a primeira temporada também ainda não tem previsão de ser lançada em DVD aqui no Brasil (que será compra sempre quando sair, diga-se de passagem) acabei recorrendo à pirataria do Torrent, para assim, poder baixar e maratonar a primeira temporada do Ducktales em um dia só. Após terminar, me veio a ideia de fazer essa postagem dizendo se valeu ou não a pena esperar vinte e sete anos por esse remake.


    Uma das coisas que eu gostei logo de cara foi do estilo da arte. Apesar de seguir a mesma linha dos desenhos atuais que são algo muito escrachadamente feio visualmente, e com uma paleta de cor muito forte e colorido, Ducktales consegue um meio termo interessante entre o esses dois pontos, sem ficar feio demais a ponto de descaracterizar totalmente os personagens (como aconteceu com Scooby Doo, por exemplo) e ao mesmo tempo seguindo a mesma linha de desenhos atuais. Na verdade ele me lembra bastante aqueles curtas do Mickey Mouse só que visualmente muito menos escrachado. 
Também gostei de como alguns episódios são trabalhados, pois, mostra que pessoal que fez esse desenho sabe muito mais o que está fazendo do que o pessoal que fez o primeiro Ducktales de 1987.
   Não querendo dizer que o outro é ruim, muito pelo contrário, eu gosto bastante dele, mas, neste novo desenho dá para ver que o pessoal estava mais antenado nas história do Patinhas e sua família dos quadrinhos do que no antigo, começando pelo fato das cores das roupas do Patinhas estarem mais condizentes com suas cores usadas nos quadrinhos, que é o vermelho e preto (claro que ele usa azul em algumas vezes, nos quadrinhos mas a cor mais característica dele é vermelho) e a do Donald que é preto. Isso sem contar a cor da pele deles que é um tom mais escuro de branco, evitando assim aqueles branco dos olhos  de cor azul para não confundir com a pele deles que o desenho antigo tinha. Pode até parecer que implicando com o  Ducktales original, mas, apesar de serem coisas bobas, elas são coisas que realmente me incomodam nos dias atuais quando pego para assistir o Ducktales original hoje em dia, e ver que eles pensaram em "consertar" isso foi algo que me agradou muito.


    Para quem lê os quadrinhos dá pra notar que esse novo desenho bebeu muito da fonte, principalmente dos quadrinhos do Don Rosa e Carl Barks, já que, o que mais tem é referência à suas histórias, desde quadros na paredes que remetem a capas clássicas das edições da Saga do Tio Patinhas até mesmo histórias ou a personalidade do Patinhas de após se aposentar, se isolar da família depois de se tornar o mais rico do mundo e só resolver voltar à ativa depois de conhecer seus sobrinhos.
    Até certos detalhes que eles tomaram a liberdade de inserir no Patinhas foram bem pensados, como por exemplo o fato de um de seus contadores questionar o motivo dele gastar a maior parte da sua fortuna com magias e feiticeiros e o Patinhas diz que precisa deles para criar poções porque ele já foi amaldiçoado dezenas de vezes por causa de pessoas e tesouros. O que mostra que ele já se deu mal algumas vezes nas suas caças ao tesouro, mostrando que sua riqueza e aventuras em alguns casos tiveram consequências ruins para ele. Que não é só aquela legal e divertida que mostra nos quadrinhos e no Ducktales Antigo. Algo bem maneiro e muito bem pensado que faz muito sentido, mas, que nunca vi ser mencionado em nenhum quadrinho ou desenho do Patinhas.


    Outra coisa que gostei bastante foi do Huguinho, Zezinho e Luisinho, pois todos eles possuem personalidades distintas e completamente diferentes. Fazendo com que você queira gostar de um específico pela sua personalidade e não somente pelo fato de um deles usar sua cor favorita. Huguinho é o único dos três que e escoteiro e usa o manual do escoteiro mirim, e é o certinho dos três e muita s vezes a voz da razão que impede o Patinhas ou seus irmãos e amigos de fazer alguma besteira. Luisinho é o preguiçoso, desatento, acomodado e que prefere fazer as coisas do jeito mais fácil e também é mais malandro e o zezinho é o mais "revoltadinho" e também aquele que manja mais das coisas.
    A Patrícia foi a que teve a mudança mais drástica entre todos nessa versão, pois deram a ela mais empoderamento feminino, deixando ela mais independente e forte, ao contrário da antiga que era toda bobinha e meiguinha.
    A variedade dos episódios sem ir para o lado da sem noção ou clichê da coisa também é um ponto legal na primeira temporada. Os episódios abordam desde caça ao tesouro, até episódios mais bobos porém divertidos, como ele irem a um hotel cassino descansar e ir visitar o Gastão e acabarem ficando tão distraídos com as atividades do cassino a ponto de perderem um tesouro que só aparece a cada determinados anos ou um episódio que o Patinhas fica o dia todo tramando com o Macmónei como fazerem para expulsarem um membro do clube dos bilionários que eles fazem parte para no fim o Patinhas descobrir que na verdade o plano do Macmónei era trair e matar ele desde o início. Quase todos eles são variados e muito divertidos.


   Aproveitando o fato do Macmónei ter sido citado acima, achei ele muito legal, o jeito que ele planeja as coisas, o fato dele ser tão mala a ponto de ficar com várias mulheres tocando gaita de fole no seu escritório ou de como ele se retrata nos seus desenhos ou nas pinturas do seu escritório, todo musculoso e imponente, como se fosse aquelas pinturas de deuses ou heróis gregos. Eu mesmo gosto bastante do Macmónei, a ponto dele praticamente rivalizar meu favoritismo com o Patinhas, e ver ele com essa personalidade mais forte que a anterior me deixou muito satisfeito (apesar de todas as suas versões eu ainda preferir a original dele nos quadrinhos).   
   A Dublagem nova em português também me agradou bastante, apesar de gostar das vozes antigas, especialmente aquele sotaque do Patinhas, acho que as vozes novas se encaixaram bem melhor nos personagens, principalmente a do Macmónei, que na voz antiga me lembrava voz de capanga, e isso era algo que apesar de eu achar legal, ao mesmo tempo estranhava, pois não combinava muito com ele.


    Em contrapartida, o que eu não gostei do Desenho começa pela primeira coisa que eu elogiei, o estilo de arte. Ele funciona para o Patinhas, Donald, seus sobrinhos, a Patrícia, Boeing e para os coadjuvantes de fundo. Agora para o restante dos personagens o design ficou um misto de design feio e meia boca. Tipo o Macmónei gordo e baixinho que se não fosse pela barba para dar a característica masculina nele, não teria como não confundir ele com uma tiazona velha feia, os metralhas que ficaram literalmente com cara de cachorros e até mesmo a Patilda sofre do mesmo mal do Macmónei, já que pra mim ela parece um homem marombado vestido de mulher. Se não fosse os seios e o cabelo, ela seria confundido com um homem fácil. Me pergunto como o Patinhas não contratou ela de segurança ao invés sua mordomo/governanta. E o Pardal, meu Deus do céu, ficou tão descaracterizado tanto em design quanto em personalidade que prefiro nem comentar, pois se fosse fazer o Top três de Designs que mais odiei no desenho, muito provavelmente ele ficaria em primeiro lugar. Tenho até medo do visual da Maga Patalójika nesse desenho.


   Falando da Maga Patalójika, outra coisa que eu não gostei na primeira temporada foi ficarem fazendo mistério quanto a ela aparecer, mostrando apenas sua silhueta, mas acabou a temporada e nada dela aparecer.... se tivessem feito isso no final da temporada até entenderia, mas, fizeram isso nos primeiros episódios e depois deixaram de lado, tipo como fossem colocar ela na primeira temporada mas chegaram a conclusão que não valia à pena fazer isso agora e largaram de mão.
    O mesmo acontece com a mãe do Huguinho, Zezinho e Luisinho, que quando Zezinho acha uma foto da sua mãe com o Patinhas e o Donald, ele resolve procurar mais sobre o passado da mãe deles junto a Patrícia, pois o Patinhas e Donald se recusam a falar sobre ela. E o que eles têm no fim do episódio é uma resposta rasa que só te faz querer saber mais sobre ela, e você pensa que isso será mais trabalhado no decorrer dos episódios porém o desenho deixa por isso mesmo e você só fica na dúvida. A pergunta que fica é: Isso vai ser abordado futuramente ou vão deixar do jeito que ficou mesmo?


    Outra coisa no desenho que não gostei foi do papel do Donald na série. Pelo que mostraram nos trailers, parecia que ele teria uma importância maior na série e que participaria mais ativamente das aventuras do Patinhas, como geralmente acontece nos quadrinhos, mas no fim das contas ele acabou sendo jogado de escanteio, assim como acontece no desenho antigo, o que é um tanto estranho, já que pelo final do segundo episódio a casa/barco onde ele mora com seus sobrinhos explode e o Patinhas acaba chamando eles para morar na sua mansão, e ao que tudo indica isso incluí o próprio Donald, pois mostra ele também indo para a mansão do Patinhas. Então, se ele também está morando na mansão do Patinhas, logo ele deveria aparecer mais, já que certamente o Patinhas iria arrastar ele para suas aventuras em troca da moradia que ele dá ao Donald. Mas após os dois primeiros episódios ele só aparece em mais um episódio e nunca mais é mencionado ou sequer aparece na mansão do Patinhas. Espero realmente que isso seja algo que mude no decorrer dos próximos episódios e que deem ao Donald um pouco mais de importância no desenho.


    A primeira temporada ter apenas nove episódios também foi algo que não me agradou. Mesmo cada episódio tendo cerca de vinte minutos, pelo tempo que ele demorou pra ser feito desde o seu anúncio, e pelo estilo mais simples de animação, nove episódios foram muito pouco para um desenho como Ducktales. Sinceramente ele deveria ter pelo menos uns treze episódios. E para piorar ainda me gastam DOIS destes nove episódios em episódios em que o foco principal da história é a Patrícia, Huguinho, Zezinho e Luisinho. Que foram episódios desnecessários para se ter na primeira temporada e que não acrescentaram em nada na narrativa, nem mesmo pelo fato da Maga e a família Metralha estrearem nesses episódios salva eles. E falando nos Metralhas, achei que eles foram muito mal introduzidos na história, pois, além de terem sidos jogado em um episódio onde o Patinhas não aparece, a Patrícia introduz eles citando uma história que não aconteceu em nenhum episódio do desenho, te deixando com a impressão de que você talvez tenha perdido algum episódio do desenho.
    O que também me chamou a atenção é que algumas cenas de trailers e até da abertura aparecem cenas que não apareceram em nenhum episódio, o que me faz acreditar que a primeira temporada na realidade teve mais episódios, mas que eles acabaram decidindo em lançar apenas nove episódios e deixar o restante para a segunda. Posso até estar errado quanto a esse argumento, já que em séries como Rick e Morty também acontece de aparecer cenas nos da abertura de coisas que nunca aconteceram durante as suas três temporadas, ou seja, posso até estar errado, mas, ainda sim é essa impressão que fica.


    No geral eu gostei da primeira temporada de Ducktales, ela foi satisfatória mas eu realmente preciso dizer que esperava um pouco mais da série. Talvez esta pequena decepção tenha sido pelo Hype que acabei criando, já que o Tio Patinhas não só é meu personagem favorito da Disney como também é provavelmente meu personagem favorito em uma escala geral, e o fato de saber que teria um desenho novo me deixou muito mais na expectativa do que deveria, por isso acho que me decepcionei um pouco no geral, mas se colocar a balança eu ainda acho que o desenho teve muito mais pontos positivos e acertos do que pontos negativos, me fazendo assim achar um desenho ótimo, mas que teria potencial para ser muito melhor do que realmente foi.
     Se eu fosse para dar um nota para a série, seria uma nota sete, sendo que o que mais pesou para ele não ter uma nota maior tipo um nove foi os dois episódios solos da Patrícia e os sobrinhos, a péssima introdução dos Metralhas e o mistério da mãe do Huguinho, Zezinho e Luisinho que foi jogado no começo da primeira temporada e depois foi deixado de lado sem mais nem menos.  
     Para fechar esta postagem... Sim, a abertura cantada pela Ivete Sangalo é MUITO melhor que a original cantada pelo Luis Ricardo. Pessoal nostálgico vai querer me bater, mas para mim ela ficou muito melhor em uma voz feminina. E olha que eu fui um dos que ficou reclamando quando soube que ela iria cantar a música de abertura de Ducktales. Mas no fim das contas ela me surpreendeu bastante.


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S.H FIGUARTS NARUTO: JIRAIYA - UNBOXING E REVIEW


   Depois do anúncio dele na Comic Con no ano passado, foram-se longos meses de espera até o lançamento do Figuarts do Jiraiya, mas finalmente chegou esse dia.
    Tenho que admitir que fiquei muito surpreso com o anúncio dele, pois, não imaginava que o Jiraiya fosse um personagem que o pessoal gostava tanto a ponto de ser o primeiro dos três sennins a serem lançados. Basta ver todas as linha figuras do Naruto para ver que o Jiraiya tem pouquíssimas figuras se comparados a outros personagens, tão poucas que dá para contar nos dedos de uma mão. Por mim se fossem lançar ele, seria um dos últimos depois do Orochimaru e a Tsunade e quase lá pro fim da coleção. Para a minha sorte eu estava enganado.
Para quem está chegando agora, o Jiraiya é de longe o meu personagem favorito do Naruto e fácil um dos meus três personagens favoritos de anime e mangá.
    Eu gosto tanto do personagem que coleciono figuras dele. Qualquer figura que aparece que eu não tenha, eu compro (pretendo fazer futuramente uma postagem somente sobre isso).
    Apesar de eu não ser lá muito fã da linha S.H Figuarts, não poderia deixar esta, que provavelmente será a figura mais completa do Ero-Sennin já feita.
    Então, vamos logo ao que interessa, O Unboxing:


    O Jiraiya veio naquela caixa parda maneirona que na realidade não serve para muita coisa, mas é legal para proteger a caixa original do boneco de poeira.


    A caixa do Jiraiya é um pouco mais gordinha que a caixa dos outros personagens da linha do Naruto. Muito provavelmente por causa do seu cabelo e do pergaminho nas costas que ocupam um espaço considerável da figura
    No geral ela não é muito diferente das caixas dos outros personagens. na frente tem a foto do personagem, o nome do personagem em Japonês e atrás algumas fotos dele. Abaixo algumas fotos da caixa.


    Aberto dá para ver que ele tem muitos acessórios, muitas mãos extras, dois picolés, um dos seus livros, mãos e cabeças extras e um manual de instruções de como trocar as mãos e cabeças extras do Jiraiya. É muita coisa legal, porém ao mesmo tempo tem muita coisinha pequena, que pode ser fácil de ser perdida para pessoas mais desatentas.




    Apesar de não ter nenhum outro Figuarts aqui para comparação, já dá para se notar que o Jiraiya é um pouco maior que os outros personagens da linha, muito provavelmente pelo fato dos seus Geta (chinelos), que fazem com que ele fique mais alto que os personagens. Eu achei legal, pois, também não sou muito fã do tamanho das Figuarts, que, geralmente são pequenos. Como o Jiraiya tem os Geeta, isso ajudou ele a deixar em um tamanho mais parecido com outras linhas mais comuns, como Neca, Mezco e Mcfarlane, o que para mim foi ótimo, pois, dá para colocá-lo junto com os outros sem ficar naquela disformidade de ele ser de uma escala menor que as outras linhas.


    Jiraiya tem muitas peças intercambiáveis e alguns acessórios. Entre eles temos dois picolés, um dos seus livros, sete mãos extras e três cabeças extras (quatro contando com a que vem no rosto dele) e um par de braços extras (dois pares se contar com a que vem com o boneco).


    Uma das coisas que não gostei das mãos extras dele são é a falta da parte da mão da sua proteção de mão (não sei se também se chama tekkô como chamam nas armaduras). Pois, elas são removíveis, por isso, toda a vez que precisa trocar a mão, é necessário remover essa parte da mão dele, o que acaba sendo meio irritante. Não teria sido mais fácil eles fazerem essa parte do protetor de mão em todas as mãos extras?


    Como já é de praxe na linha Figuarts, o Jiraiya tem muitos pontos de articulação, o que é bem legal, pois dá para deixá-lo em muitas poses legais. Até mesmo o cabelão do Jiraiya é articulado.


    Pelo tanto de articulações que ele possuí e pelo estilo da roupa, achei que o personagem ficaria com muitas articulações à mostra deixando ele muito feio, mas tendo eles em mãos, até que a quantidade de articulações não deixou a figura feia, como acontece com alguns outros personagens.
    No caso do Jiraiya, apenas as articulações dos Joelhos e dos pés que achei que ficaram muito em evidência, mas nada que estrague a beleza da figura.
    As cabeças extras também ajudam com o clima da posição. Abaixo as fotos das cabeças extras:





    Quando vi a prévia não tinha gostado das cabeças extras, apenas da cabeça principal que é ele de boca aberta, porém, depois que as vi pessoalmente, achei todas legais. Até mesmo a cabeça dele sério que eu tinha achado a mais feia de todas, eu acabei gostando depois de vê-la pessoalmente no personagem.
    Só fiquei chateado com a falta de uma cabeça extra dele com a cara de tarado que é tipo uma das suas marcas registradas. Uma pena, pois, daria para fazer uma cenas engraçadas dele com outras figuras femininas com uma cara de tarado.


   Os acessórios dão um toque especial para a figura, dando ainda mais opções de poses para o personagem, desde mais cômicas as mais dramáticas. Eu mesmo me diverti muito colocando ele em diversas poses enquanto fotografava ele.   





    Teve poucas coisas que eu não gostei no Jiraiya. Fora as citadas no decorrer da postagem, uma outra reclamação dele é na verdade da própria linha Figuarts, que é o excesso de articulações. Mesmo isso sendo o que dá o charme as figuras, pois podemos deixá-los em praticamente qualquer tipo de pose, algumas vezes irrita, pois, as vezes eu quero mexer em uma parte específica, como por exemplo a perna, mas ela tem tantas articulações dentro das articulações, que muitas vezes tu acaba mexendo em outras coisas que não quer. 
    Isso me irrita principalmente na hora de deixá-lo em pé, pois, são tanta articulações dentro delas é quase impossível fazer com que ele fique em pé sem precisar de uma base (que é algo que não tenho). Foi quase uma luta para deixar o Jiraiya de pé por conta destas articulações.
    Outra coisa da própria figura que não me agradou muito na Figuarts do Jiraiya, foi o pergaminho que ele carrega nas costas. Ele é bem menor que o que o personagem carrega e também está em uma posição muito mais alta do que deveria estar. Fora que também falta o detalhe branco com partes escritas. Abaixo tem uma comparação do pergaminho do Figuarts com o Pergaminho do Jiraiya da Planeta Deagostini:


    Como pode ser visto acima tem uma diferença bem grande tanto na posição (que está muito mais alta do que deveria estar) quanto nos detalhes do pergaminho. Apesar de a falta dos da parte branca, tamanho e detalhes escritos no pergaminho ser algo que vira e mexe também acaba passando batido em algumas cenas do Anime ou Mangá, isso é um detalhe que não deveria ter sido ignorado pelo pessoal que fez a figura, pois, tirou um pouco da riqueza de detalhes que a figura poderia ter, deixando ele um pouco menos fiel ao personagem.
    Se a figura do Jiraiya da Planeta Deagostini, que não é nem de perto um produto com a mesma qualidade de um S.H Figuarts conseguiu reproduzir esse detalhe, qual é a desculpa para o pessoal da Bandai/Tamashii Nations não conseguir? Sinceramente faltou um pouco carinho nesse detalhe por parte deles.
     Por fim, também não gostei foi algumas pequenas (mas reparáveis) falhas de pintura na peça.



    No caso do meu Jiraiya ele tem riscos na parte de trás dos Geta (não consegui focalizar, mas dá para ver) e alguns pontos brancos em algumas partes da figura, como pode ser visto na segunda foto. Nada tão gritante, mas, mesmo assim acho que esses detalhes não deveriam existir, já que estamos falando da Figuarts e não de uma Funko da vida. Então, creio que ele deveria ser um produto com um controle de qualidade um pouco melhor.


    No geral eu posso dizer que fiquei muito satisfeito com a figura e que valeu a pena a espera pelo lançamento dela. Certamente é uma das figuras deste personagem que eu mais gostei e de longe a versão mais completa do Jiraiya.
    Espero sinceramente que este não seja o único modelo que lancem dele, pois, até hoje não tem nenhuma figura dele no modo Sage, e eu espero realmente que a Tamashii Nations lance um figura dele nesta forma em um futuro próximo.
    Como este foi o único da linha Naruto que comprei, não posso opinar se ele está melhor ou não que os outros lançados, mas posso seguramente dizer que valeu cada centavo gasto na figura e que este Figuarts é certamente um dos meus bonecos favoritos do Jiraiya que tenho na coleção.

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TOP 10: JOGOS QUE MAIS GOSTEI DE PLATINAR PS3, PS4, E VITA

    Dando continuidade a minha lista de platinas, desta vez vou listar os dez jogos que mais gostei de conseguir o troféu de Platina (antes eu tinha feito o de jogos que mais odiei Platinar, caso tenha interesse, clique aqui e veja).
    Nesta lista escolhi os jogos que mais gostei de jogar e platinar, alguns que platinei mais de uma vez, e jogos que mesmo depois que platinei, ainda continuei jogando, e também jogos que eu comprei apenas pela platina mesmo parecendo um jogo chato, mas no fim das contas acabei me surpreendendo e gostando muito do jogo. 
Vamos à lista:

10- RESIDENT EVIL 5


    Apesar de ser um jogo questionável da franquia e também o primeiro indício que a franquia estava começando a afundar (que graças a Deus foi salva pela Capcom em Resident Evil 7), não tem como negar que Resident Evil 5 é um jogo muito divertido, principalmente para se jogar online ou em casa com algum amigo. Por esse motivo eu não só Platinei o jogo duas vezes (uma no PS3 e outra no PS4) como também foi o primeiro jogo e único jogo da minha conta do X-box 360 que eu cheguei a Miletar. Sinceramente nada é mais divertido que matar zumbis armados em um jogo de ação disfarçado de Survival Horror com um amigo controlando a Sheva Alomar para te dar cobertura.

9- INFAMOUS: SECOND SON


    Bem difícil escolher um jogo da Franquia  Infamous para colocar na lista, mas creio que o Second Son seja a melhor escolha, pois, além de ser uma Platina fácil, o jogo é de longe o mais divertido e o que te dá a maior sensação do que é ser poderoso. Não é algo artificial de você ganhar uma habilidade nova baseado em outro poder, como acontece com o Cole, mas sim você sente o poderes do personagem mudarem e você ficar mais poderoso e destrutivo. E isso é muito divertido
    Apesar da história não ser tão boa quanto a de Infamous 2, o Second Son ganha em todo o resto, e, mesmo gostando muito do Cole e seus amigos, a turma hipster do Delsin Rowe com seus poderes conseguem ser muito mais carismáticos que a turma do Cole em Infamous 2 tanto em personalidade quanto em poderes. Eu gostei tanto do Second Son que eu Platinei ele em dois dias.
Sinceramente, é um dos meus exclusivos favoritos de Playstation 4 até hoje.

8- GUACAMELEE SUPER TURBO CHAMPIONSHIP EDITION


    Guacamelee foi um dos meus jogos favoritos de PS3 e Vita, mas a versão Super Turbo Championship Edition do PS4 deixou o que já era bom muito melhora ainda! Mais diversão, mais fases, mais poderes e o melhor de tudo, ainda continua um jogo extremamente fácil de conseguir a Platina. Tendo até troféus bugados para ajudar você a conseguir a Platina ainda mais fácil.

7- THE WOLF AMONG US


    Não poderia faltar um jogo da Telltale na minha lista. Apesar de não ser tão fácil de Platinar quanto todos os outros os jogos, pois esse jogo tem coletáveis, The Wolf Among Us tem uma história muito envolvente e é de longe meu jogo favorito da Telltale, tanto é que eu platinei esse jogo em todos os sistemas Playstation que ele foi lançado.

6- THE KING OF FIGHTERS XIV


    Enquanto para a maioria o melhor jogo de luta da geração atual é o Street Fighter V, para mim o The King of Fighters XIV é de longe o melhor. Apesar dos gráficos datados e sem mecânicas novas, o jogo me ganhou pela sinceridade deles de "vamos te entregar um jogo mais próximo do KOF98" e por arriscar de colocar uma quantidade considerável de novos personagens no jogo, algo que só o Mortal Kombat X teve coragem de fazer. Sem contar que ele foi meio que uma volta as origens da Franquia em questão de jogabilidade, sendo o que chegou mais perto dos KOFs 98 e 2002, que são considerados os melhores da Franquia. Além disso, dos jogos de luta atuais, ele foi até agora o mais completo no quesito conteúdo,  juntamente com Injustice 2 e Mortal Kombat X.
    Sua platina não é tão fácil assim, pois, exige uma grande quantidade de partidas Online, se você for muito bom, talvez umas quinhentas partidas online sejam o suficiente, mas caso não seja, como é o meu caso, vai demorar um pouquinho para platinar. Porém, tirando os troféus de vitórias onlines, o jogo não possuí mais nada de tão absurdo, como The King of Fighters XII com suas mil e quinhentas partidas online para um único troféu ou os Trials do The King of Fighters XIII que faziam os Trials do Street Fighter 4 parecerem brincadeira de crianças. Foi o primeiro KOF que entrou na minha lista de Platinas, e apesar de demorado, para mim foi uma Platina que valeu muito a pena. 

5- MORTAL KOMBAT


    Acredite se quiser, esse jogo de luta semi-impossível de ser platinado, foi o primeiro jogo que Platinei. Apesar de ser algumas vezes muito irritante, principalmente por causa da Torre dos Desafios e do Rei do Pedaço. Isso sem mencionar jogar vinte e quatro horas com cada personagem. Mesmo com tudo isso, eu ainda me diverti bastante com o jogo, e ainda aprendi a jogar de forma mediana com todos os personagens, podendo tirar onda de escolher na seleção aleatória e ganhar toda de todos os amigos e amigos dos amigos em festas e encontros para jogar casualmente nos fins de semana.
    Hoje em dia eu não teria coragem ou paciência de Platinar ele de novo, mas em uma época que eu só tinha dinheiro para comprar um jogo original a cada dois ou três meses, Mortal Kombat 9 foi um jogo que divertiu e me manteve ocupado por muito tempo caçando seus troféus.

4- NARUTO: ULTIMATE NINJA STORM REVOLUTION


    Outro jogo difícil de escolher apenas um da franquia, pois, além de serem todos divertidos, todos são fáceis de Platinar também. Escolhi o Revolution por ser o que mais joguei e me diverti dentre todos os lançados.
    Mesmo sendo um jogo enche linguiça para dizerem que saiu um jogo novo Naruto no ano de 2014 (já que Naruto é praticamente um Call of Duty e FIFA da vida), o jogo têm dois modo história inéditos bem bacanas. Fora que ele é um jogo mais voltado a exploração de cenários e interação com outros personagens que te passam missões. O modo de luta dele em um dos modos história também é muito divertido.
    Fora que mesmo sendo um jogo de luta, ele não possuí nenhum troféu online, fazendo assim com que você não precise passar raiva levando surras online por um troféu, algo que, sinceramente acho que todos os jogos de luta não deveriam ter troféu relacionado ao modo online, ou caso tivessem, fossem igual os do Tekken que são tipo "jogue 10 ou 20 partidas e ganhe uma ou dez lutas".
    Para fechar com chave de ouro, é o único jogo do Naruto que você pode escolher que personagem quer controlar em um dos modo história, fazendo com que você possa jogar com seu personagem favorito e não apenas só com o Naruto como acontece os outros jogos da franquia. E, só pelo fato de eu poder usar o Jiraiya para explorar o mapa do mundo aberto do jogo no modo história, para mim já é mais que merecido ser o jogo escolhido da franquia Ultimate Ninja Storm para estar nesta lista.

3- HANNAH MONTANA: THE GAME


    Hannah Montana é aquele jogo que a maioria dos Trophy hunters têm vergonha de jogar ou dizer que jogou apenas para pegar a Platina, eu preciso dizer, esse jogo é muito, mas muito legal mesmo.
Eu comprei ele por ter achado perdido por 15 reais, pois, sabia que era um jogo de Platina fácil. Comprei ele meio com receio de jogar, pois, pela minha experiência de cada dez jogos infantis de Platina fácil, nove deles são jogos extremamente chatos e mal feitos, Felizmente esse não é o caso da Hannah Montana.
    Jogo pode ser platinado em cerca de cinco horas, por causa do modo história meio confuso, mas, caso você não se perca no mapa do jogo e seja bom em jogos rítmicos (bom para esse jogo é praticamente saber jogar um jogo rítmico) quatro ou até três horas são o suficiente para Platinar esse jogo. Como ele é um de música, ele acaba te viciando com as músicas chicletes do jogo com uma pegada de Dance Dance e Guitar Hero mais pobres.
    Mesmo depois de platinado, vira a mexe eu ainda coloco ele no console para me divertir ao com as músicas e o estilo de jogo, que apesar de simples é divertido e um grande passatempo, para os dias que você só quer jogar algo de forma descompromissada. 

2- RESIDENT EVIL 7


    Apesar de não querer repetir franquias, tive que abrir uma exceção no caso de Resident Evil, pois, Resident Evil 7 para mim não foi apenas a melhor coisa que a Capcom lançou relacionado a franquia nos últimos 12 anos, como também foi o jogo que mais gostei de Platinar do ano passado. Ele é difícil  e desafiador na medida certa, sem ser muito Hardcore como Outlast, mas ao mesmo tempo tão difícil quanto os jogos antigos da franquia. Se você acompanha esse blog, sabe que eu não me canso de endeusar esse jogo, por esse mesmo motivo ele está nessa lista, pois, nada me deu mais prazer que explorar cada canto da mansão dos Bakers em todas as dificuldades para pegar cada um dos troféus existentes no jogo.

1- SHOVEL KNIGHT


    Shovel Knight é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos, estaria fácil no meu top cinco jogos favoritos de todos os tempo até o presente momento. Logo, Platiná-lo foi uma das coisas que mais gostei de fazer e de longe o jogo mais divertido e prazeroso da minha lista de Platinas que mais gostei de conquistar. O jogo é difícil, e exige que você decore todo o cenário, movimentações dos chefes e até mesmo quanto tempo ou vezes você pode morrer em cada fase para poder pegar o troféu de terminar o jogo em menos de uma hora e meia, mas, ao mesmo tempo consegue ser  recompensador.
    Fora que as expansões gratuitas do jogo que eles adicionam sempre me fazem querer voltar, pois, além de novos modos, novos personagens e novas campanhas, ele também sempre vem com novos troféus para pegar, fazendo com que sempre tenha o que fazer no jogo.
    Eu gosto tanto desse jogo, que tenho outras duas contas com ele Platinado, pois, ele é um jogo que eu não consigo enjoar. Fora que ele é o único motivo de eu ainda manter o meu PS Vita ainda carregado, pois, se não fosse por esse jogo, já teria aposentado o meu Portátil da Sony no fundo da gaveta do meu armário há muitos anos.


MENÇÃO HONROSA - OVERWATCH


   Overwatch foi o último jogo que platinei atualmente, e, como eu gostei de Platinar esse jogo. Apesar de boa parte dos troféus serem de fazer coisas aleatórias relacionadas as habilidades do personagem, coisas que você pode pegar de primeira jogada ou então ficar um ano inteiro tentando e não conseguir pegar, fazem com que você busque novas amizades também interessadas no troféu para jogar, fazendo assim com que você conheça pessoas novas e eventualmente até um grupo para jogar Overwatch em equipe pelo menos duas vezes por semana depois que o grupo Platina o jogo.
Além disso ele é atualizado sempre, fazendo com que entrem novos troféus, novos mapas ou seja, mais diversão e mais horas de jogo com pessoas que você nunca viu na sua vida atrás dos troféus do jogo (e das skins de eventos). 
    Bem, essa foi a lista de jogos que eu mais gostei de Platinar. Quem sabe em um futuro próximo quando eu platinar mais cem jogos diferentes eu faça uma outra lista de jogos que odiei e gostei de Platinar.
Enquanto esse dia não chega, vou ficando por aqui com esta postagem, pois os jogos que tenho na prateleira não vão se Platinar sozinhos, não é?

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TOP 10: JOGOS QUE EU ODIEI PLATINAR PS3, PS4 E VITA.


    O que começou para mim como uma alternativa para fazer os meus jogos originais durarem mais tempo (porque não tinha dinheiro para comprar novos) acabou virando um vício a ponto de eu deixar por um tempo de jogar muitos jogos bons, por não serem fáceis de conseguir tal feito. Sim, eu estou falando dos famosos troféus de Platinas que estão presentes nas maiorias dos jogos das Plataformas Playstation 3, 4 e Vita.
    Apesar de não servirem para nada, a sensação de recompensadora de ver um determinado jogo no seu perfil com esse ícone de troféu em cima dele ou de olhar o seu perfil e ver um número absurdo de jogos platinados faz com que você acabe ficando viciado em conseguir todos os objetivos solicitados nos troféus, por mais absurdos que sejam para conseguir platinar o jogo.
    Atualmente meu vício por Platinas está mais sob controle, porém durante meus 4 anos de jogatina nessas plataformas e com mais de 120 platinas, eu já joguei e platinei de tudo um pouco, desde novels japonesas obscuras que você consegue platinar em 15 minutos até jogos considerados quase impossíveis de serem platinados, por esse motivo resolvi fazer uma lista com os 10 jogos que eu mais odiei conseguir o troféu de platina até o presente momento e o motivo de eu ter odiado tanto platinar  esses jogos. A lista está em ordem dos menos odiados para os mais odiados.
    Então, aqui vai a lista:

10- ASSASSIN'S CREED UNITY


    Assassin's Creed Unity além de ter sido para muitos o pior Assassin's Creed da franquia também foi considerado a prova de que a franquia já estava desgastada com lançamentos atuais. Pessoalmente falando ele é um dos meus favoritos, tanto pela ambientação na Revolução Francesa quanto pela história do Assassino Arno Dorian e  da Templária Élise de Laserre, o casal mais legal e improvável de toda a franquia.
   Porém, Platinar Assassin's Creed Unity foi uma das coisas mais chatas, tediosas e frustrantes que eu me lembro de ter feito. Primeiro que eu comprei esse jogo no lançamento, quando ele ainda estava todo bugado. Por isso, várias tentativas de conseguir fazer todos os objetivos opcionais do jogo eram frustradas por bugs onde o Arno caia no limbo, ou ficava preso em algum objeto ou parede impedindo ele de fugir quando era atacado, o que acabava em dezenas de tentativas para conseguir passar uma única missão com todos os objetivos completos sem que algum bug te atrapalhasse.
    Não bastando isso, alguém teve a brilhante ideia de encher todo o mapa da França  do jogo com centenas baús que nem sequer tinham algum conteúdo relevante, fazendo você gastar mais tempo procurando e abrindo baús para ganhar um mísero troféu do que com a história em si.
   Para fechar com chave de ouro, o jogo ainda nos presenteia com troféus online em um dos piores modos online cooperativos que eu lembro de ter jogado. 
    Esse jogo só foi para a conta de Platinas porque eu sou tão fanboy da franquia que até esperei ele ser lançado para comprar o meu PS4, e, ele foi o único jogo que tive por um mês até receber o salário e ter dinheiro para comprar outro jogo.  

9- STREET FIGHTER X TEKKEN


    Apesar dos troféus dele serem mais pé no chão que Street Fighter 4, Street Fighter V ou qualquer outro jogo de luta da Capcom, Street Fighter X Tekken ainda sim consegue ser um pé no saco para platinar.
    Fazer 500 Crossarts, 100 perfects, jogar 500 partidas onlines, ativar pandora 500 vezes e fazer mais um monte de outras coisas 500/300 vezes para desbloquear um troféu é chato demais e demorado demais. Eu gastava uma tarde inteira jogando 2 players para conseguir cada um desses troféus, já que mesmo aumentando o número de rounds pelo options, ainda sim fazer esses troféus é uma tarefa demorada. E o pior de tudo é que o jogo não é nem de perto tão bom quanto Street Fighter 4 ou Tekken 6, tornando a tarefa ainda mais chata e tediosa.

8-BACK TO THE FUTURE: THE GAME


    Quando descobri que os jogos da Telltale são alguns dos jogos mais fáceis de se platinarem que existem, comecei jogar todos os jogos feitos por ela que saíram para os consoles de cabo a rabo.
    O jogos da Telltale além de serem muito bons e terem uma história tão boa e envolvente a ponto prenderem mais a atenção que muitos filmes e séries por ai, na maioria das vezes basta apenas que você complete o jogo para obter a Platina. 
    Apesar de não gostar dos filmes da franquia De volta para o futuro (por favor não me crucifiquem) resolvi dar uma chance para ele, pois, tinha pegado emprestado e era um jogo da Telltale, então é Platina seria fácil. Infelizmente eu estava muito enganado quanto a isso.  
    Além de ser o jogo mais chatinho da Telltale entre todos que joguei, na minha opinião,  mais de 80% dos 60 troféus dele são perdíveis, pois são relacionados a respostas que você dá e coisas aleatórias que você faz ou deixa de fazer no jogo, coisas que você só vai descobrir como fazer na sorte ou vendo vídeos na Internet. E o pior de tudo, perdeu algum troféu, vai ter que repetir o capítulo até a parte que precisa fazer ele, pois, ele não é como Wolf Among Us que te permite voltar a partes específicas do jogo para coletar o troféu. 
    Sério, não tem nada mais chato do que você jogar um jogo chato de uma franquia que você não gosta e ainda tendo que acompanhar em vídeo outra pessoa jogando para conseguir platinar o jogo.

7- ORC SLAYER


    Pelo valor de R$ 12,50 na Playstation Store e duas horinhas de Gameplay para pegar a Platina, então porquê não?
     Por um simples motivo, o jogo é Horrível. Só não colocaria ele no pedestal de pior jogo de PS4 feito até agora por causa do Toro (outro pedaço de lixo obscuro da PSN). 
    O jogo é tão ruim e com uma jogabilidade tão cagada que não merecia ser lançado nem como aqueles jogos gratuitos de celular. No fim das contas um jogo de duas horas demorou quase três meses para ser platinado, pois, eu não aguentava jogar mais do que 15 minutos desse jogo por semana. E para melhorar ainda tinha dois troféus perdíveis e um deles é quase no fim do jogo, o que me fez ter que jogar essa porcaria do início duas vezes para conseguir a Platina. 

6- ALBEDO: EYES FROM OUTER SPACE


    Não tem muito o que dizer desse, pois ele é algo que só quem joga consegue entender o quanto ele é ruim. Além de jogabilidade e gráficos ruins, o jogo inteiro é cheio de puzzles frustrantes e troféus perdíveis de coisas aleatórias, como carregar blocos de tijolo no seu inventário, fazendo com que você tenha que ver um vídeo para saber como platiná-lo. O lado bom é que só vai perdi uma hora da minha vida platinando essa porcaria. O lado ruim é que essa foi a uma hora mais demorada da minha vida.

5- SOUNDS SHAPES


    Apesar de ser considerado um dos jogos mais fáceis de se platinar entre os Trophy Hunters, Sounds Shapes exige uma precisão quase cirúrgica e muita sorte para passar os desafios do Death Mode, pois, você precisa coletar os itens dentro do tempo limite para se passar de fase e eles aparecem em aleatoriamente na tela, algumas vezes te favorecendo e muitas outras vezes não. Além disso os inimigos nas fase te matam com um golpe, fazendo com que você tenha que iniciar a fase desde o começo.
    Nada era mais frustrante do que faltar dez segundos para o tempo acabar e faltava dois itens para terminar a fase e esses itens aparecerem em cantos completamente opostos da tela, fazendo você perder a partida por causa disso. Ou então faltar um item para completar a fase e você morrer de besteira, tendo assim que voltar a fase inteira.
     Se eu pudesse voltar no tempo, certamente nunca teria comprado esse jogo.

4- GOOSEBUMPS: THE GAME


    Como estragar uma das séries de livros infanto juvenil de terror mais legais já feita? Fazendo um dos piores, senão o pior jogo de Point and Click feito para a nova geração. Com troféus aleatórios que vão desde jogar coisas em um portal e esperar voltar outro objeto no lugar até fazer escolhas que fazem com que você morra no jogo para conseguir o troféu, Goosebumps é outro jogo que só dá para ser platinado assistindo vídeo para saber o que tem fazer. Sinceramente até hoje não sei como tive saco para jogar mais do que vinte minutos desse jogo.

3- INJUSTICE: GODS AMONG US


    Injustice: Gods Among Us foi um dos meus jogos favoritos de luta da geração passada. Pra mim ele só perde para o Ultra Street Fighter 4 e Mortal Kombat 9. Mesmo jogando ele por horas a fio todos os dias, conseguir sua Platina foi uma das coisas que mais me deu dores de cabeça que eu lembro.
    Primeiro que tem que concluir o modo batalha, e nesse modo temos nada mais nada menos do que um modo survival onde você tem que derrotar todos os personagens do jogo com uma única barra de vida, seguido de outro modo onde precisa terminar o jogo na dificuldade máxima, e, não é exagero nenhum dizer que a dificuldade máxima de Injustice é a mais difícil dos jogos de luta, pois, além dela prever a maioria dos seus golpes, a máquina te comba como jogadores profissionais, não te dando praticamente espaço para reagir quando ela conseguir te pegar.
   Para piorar ainda mais, tem o modo S.T.A.R labs mission que são dez missões com cada personagem do jogo que vão desde a derrotar o Batman com o Superman enquanto caem kryptonitas do céu até desviar de mísseis enquanto luta com a máquina. O pior disso é que é necessário cumprir todos os duzentos e quarenta desafios com três estrelas, que é quando você cumpre todos os objetivos pedidos na missão.E, muitas vezes cumprir ou não esses objetivos depende da boa vontade da máquina. Um exemplo é terminar a missão sem que o Batman te acerte um Batarang. Muitas vezes você vai se pegar a um golpe de derrotar o Batman e bam! ele te acerta um Batarang, fazendo com que você tenha começar tudo de novo.
    Além disso é preciso fazer todos os poderes de todos os personagens e upar seu perfil até o nível 100, que fazendo no macete de utilizar dois controles e deixar personagem interagindo com algum objeto ainda sim vai gastar treze horas da sua vida upando. Na boa, não sei onde eu estava com a cabeça quando platinei este jogo.

2- ADVENTURE TIME: FINN AND JAKE INVESTIGATIONS


    Outro Point and Click ruim, só que desta vez é baseado em um dos melhores desenhos da atualidade. Jogo além de monótomo é chato e demorado demais. Nem mesmo os momentos de luta do jogo conseguem animar, e os objetivos para terminar as fases são tão absurdos que eu duvido que alguma criança ou adulto teria saco para terminar ele sem ver vídeo na internet. E o pior de tudo é que ele  não tem opção de seleção de fases. Ou seja, perdeu algum troféu de fase ou coletável vai ter jogar do começo ao fim novamente. 
    Mesmo assistindo o vídeo eu deixei passar um dos caracóis coletáveis, e, graças a isso tive que jogar o jogo inteiro do começo ao fim para pegar o último troféu que faltava para a Platina. Sério, é muita sacanagem ter que fazer jogar um jogo chato como esse inteiro por causa de um maldito coletável! É por causa de jogos infantis ruins como este que as crianças de hoje em dia preferem jogar GTA do que jogos mais adequados a idade deles. 

1- THE LEGEND OF KORRA


    Apenas com dois momentos do jogo ele faz com até alguém calmo e da paz como o Tio Iroh queira pegar o controle e tacar na parede. O primeiro é a quinta fase do jogo no nível Extreme onde você enfrente três robôs gigantes montada no Naga e apenas ataques é o suficiente para você morrer e ter que começar a luta com o chefe desde o começo. Sério, eu demorei mais de uma hora e meia para passar esse estágio pois, os ataques dos inimigos são muito rápidos e eles não tem um padrão certo de ataque, fazendo com que você tenha que ter reflexos apurados para conseguir desviar dos ataques deles ou muita sorte mesmo.
    Já o segundo momento é o Pro Bending, que é a o esporte que os dobradores praticam no desenho da Korra que é desbloqueado quando você termina o jogo. Meu Deus, como é difícil passar o último time. Simplesmente não existe ser habilidoso contra o último time do Pro Bending, ou você dá sorte de passar ou você dá sorte de passar. Com apenas três hits deles você cai para fora do ringue perde a partida, enquanto eles precisam de dezenas de golpes para apenas afastarem um pouco. Para ajudar seus companheiros de time controlados pela máquina mais te atrapalham do que ajudam, muitas vezes te deixando na mão no momento que você mais precisa. Eu cheguei a desistir duas vezes de platinar esse jogo por causa do Pro Bending, pois, cheguei a passar tardes inteiras nele e não conseguir derrotar o maldito time. O jeito mais fácil de derrotá-los é segurar a partida empatada até chegar no Face off, pois, é único momento que dá para derrotar a máquina sem ter que contar com a sorte. Porém conseguir segurar a partida empatada por três rounds e ainda ganhar o Face off que é o problema, e, para conseguir isso tu vai precisar de muita, muita e muita sorte mesmo.
    Também vale ressaltar que quase os coletáveis do jogo são dados de forma aleatória nos baús ou derrotando os inimigos, ou seja, você pode jogar a mesma fase dez, quinze vezes e o coletável pode não vir, fazendo com que você tenha que novamente contar com a sorte para ele vir rápido. Em suma, The Legend of Korra é uma maldita loteria. Tá se sentindo com sorte hoje? Então vai tentar platinar The Legend of Korra. 
    Para fechar com chave de ouro, o jogo ainda é bem chato, repetitivo e sem graça. Não só não faz jus ao desenho, como também é uma vergonha para uma empresa como a Platinum Games que trouxe games maravilhosos como Bayonetta, Madworld e Nier: Automata.
   Sinceramente, eu já platinei muitos jogos frustrantes, difíceis e até injustos, mas, nenhum deles chegou perto de me fazer passar tanta raiva quanto esse The Legend of Korra me fez. Quando eu finalmente platinei esse jogo, o que eu mais queria era que ele existisse em mídia física para eu poder quebrá-lo em mil pedaços e deixar o mundo livre de uma cópia a menos deste jogo. Pelo menos eles não tiveram a cara de pau de lançar esse insulto ao desenho da Korra em mídia física.
    Este foi meu Top 10 de jogos que mais odiei platinar. Você concorda com algum? Tem algum na sua lista que você odiou pra caramba platinar?

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